Assim é o futebol e a política.
Ontem, a Chapecoense jogou em Brusque com uma vantagem de dois gols. E adivinha?? Sim, a Chapecoense acabou perdendo por 3 x 0. O Inter estava vencendo o Vasco por 2 x 0 no primeiro tempo, no segundo tempo o Vasco virou o jogo 3 x 2. Boa imprevistos nisso.
Tudo bem, os colorados devem estar falando que o pênalti não foi pênalti, e realmente não foi. Porém, o juiz não entendeu isso, e deu a vitória ao Inter.
Mas é assim, quando tudo parece estar ganho, vem o vento e vira a história. Se analisarmos, nossa vida é assim, e aquele ditado cai aqui muito bem.. Quando pensamos em saber todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas.
E é isso que sempre acontece!!
BeeijOO
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Olá gentennn... ehhehe
Depois de muito tempo, voltei.
Tempo não é desculpa para não escrever.. a verdade é que estou sem internet em casa.
Como fiz mudança a pouco, ainda não consegui me estabilizar completamente. As coisas vão se ajeitando aos poucos, mas prometo que agora, serei mais frequente.
Estou morando em Chapecó, cidade nova, trabalho novo, pessoas novas. Inicialmente um desafio, agora, começo a ser mais sociável, era um mundo desconhecido com gente estranha...
Mas que nada neh... Desafios são sempre bons, fortalecem nossa vida e nos dão gás para buscar novos caminhos.
É o que pretendo agora, crescer, crescer e crescer..
Por hoje é isso...
BeeijOOO galera...
Depois de muito tempo, voltei.
Tempo não é desculpa para não escrever.. a verdade é que estou sem internet em casa.
Como fiz mudança a pouco, ainda não consegui me estabilizar completamente. As coisas vão se ajeitando aos poucos, mas prometo que agora, serei mais frequente.
Estou morando em Chapecó, cidade nova, trabalho novo, pessoas novas. Inicialmente um desafio, agora, começo a ser mais sociável, era um mundo desconhecido com gente estranha...
Mas que nada neh... Desafios são sempre bons, fortalecem nossa vida e nos dão gás para buscar novos caminhos.
É o que pretendo agora, crescer, crescer e crescer..
Por hoje é isso...
BeeijOOO galera...
terça-feira, 6 de abril de 2010
www.cajac.com.br/blog
Tempo sem postar, cá estou de volta. Confesso que quando decidi postar no blog não sabia o que escrever. Mas me deu um tilt e vou indicar.
Sim Dia de Indicação no blog.
Recentemente meu amigo Alan, mais conhecido como Abba, lançou um site e com ele um blog. Meu post hje, é para indicar o blog do Abba. Muito bom, e extremamente interessante. Fala sobre diversos pontos do jornalismo, e principalmente sobre fotografia, acho que vale muito a pena conferir.
www.cajac.com.br/blog
Sim Dia de Indicação no blog.
Recentemente meu amigo Alan, mais conhecido como Abba, lançou um site e com ele um blog. Meu post hje, é para indicar o blog do Abba. Muito bom, e extremamente interessante. Fala sobre diversos pontos do jornalismo, e principalmente sobre fotografia, acho que vale muito a pena conferir.
www.cajac.com.br/blog
terça-feira, 9 de março de 2010
Parabéns Débora...
Isso resume um pouco do que te desejo amiga linda..

Amor pra recomeçar - Frejat
Composição: Frejat/Mauricio Barros/Mauro Sta. Cecília
Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo...
E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante...
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...
Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...
Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
Inimigos
Prá você não deixar
De duvidar...
Te adoro muito amiga.. Tudo de BOM seeempre,...
quarta-feira, 3 de março de 2010
Um único momento
Esse texto nos faz refletir o que realmente vale a pena aproveitar AGORA. Se seguimos a cronologia do tempo. Ela nem sempre acontece como descreveu o sábio, mas sempre nos reserva o melhor. Boa leitura!
Qual o tempo da eternidade? Como se configura o para sempre? Há o tempo certo para morrer? O belo e o efêmero entram em cena nas questões de conflito com a morte.
Rubem Alves *
Orei, transbordante de felicidade pelo nascimento do seu primeiro neto, convidara todos os poetas, gurus e magos do reino a virem ao palácio, a fim de escreverem num livro de ouro seus bons desejos para a criança. Um sábio de muito longe, desconhecido, escreveu: "Morre o avô, morre o pai, morre o filho..." O rei, enfurecido, mandou prendê-lo no calabouço.
A caminho do calabouço passou pelo rei que o amaldiçoou pelas palavras escritas. O sábio respondeu: "Majestade, qual é a maior tristeza de um avô? Não é, por ventura, ver morrer seu filho e seu neto? Qual é a maior tristeza de um pai? Não é, por ventura, ver morrer o filho? Ah! Quanto não dariam eles para poder trocar de lugar com os filhos e netos mortos. Felicidade é morrer na ordem certa. Morre primeiro o avô, vendo filhos e netos. Morre depois o pai, vendo seus filhos..."
Ouvindo isso, o rei tomou as mãos do sábio nas suas e as beijou.... Há uma morte feliz. É aquela que acontece no tempo certo. Existe grande alegria em terminar a obra que se iniciou: ver a casa pronta, o livro escrito, o jardim florescendo. A vida de um filho é assim: um sonho a ser realizado. Então, vem o impossível meteoro que estilhaça o sonho. Fica a casa não terminada, o livro por escrever, o jardim interrompido. Essa era uma das dores daquele pai que me falava da sua dor pela morte do filho.
Lembrei-me de um livro que Li, faz muito tempo: Lições de Abismo, de Gustavo Corção. Era a história de um homem, cinquenta e poucos anos, que descobre que teria não mais que seis meses de vida, a doença que estava em seu corpo matava rápido. Sem futuro, ele examina o passado, em busca de sinais de que não viveu em vão. O que encontra: cacos e fracassos. Pensa então que a vida deveria ser como uma sonata de Mozart que dura não mais do que vinte minutos. Morre cedo. Depois dela vem o silêncio. Morte feliz. O silêncio se faz porque tudo que havia para ser dito havia sido dito.
Assim sentia aquele pai: seu filho era uma sonata que mal se iniciara. Aí, de repente, eu experimentei satori [termo budista para compreensão]: senti que o tempo é apenas um fio. Nesse fio vão se enredando todas as experiências de beleza e de amor pelas quais passamos. "Aquilo que a memória amou fica eterno."
Um pôr-do-sol, uma carta que se recebe de um amigo, um único olhar de uma pessoa amada, o abraço de um filho. Houve muitos momentos em minha vida, de tanta beleza, que eu disse para mim mesmo: "Valeu a pena eu ter vivido toda a minha vida para viver esse único momento".
Há momentos efêmeros que justificam toda uma vida. Compreendi, de repente, que a dor da sonata interrompida se deve ao fato de que vivemos sob o feitiço do tempo. Achamos que a vida é uma sonata que começa com o nascimento e deve terminar com a velhice. Mas isso está errado. Vivemos no tempo, é bem verdade. Mas é a eternidade que dá sentido à vida.
Eternidade não é o tempo sem fim. Tempo sem fim é insuportável. Já imaginaram uma música sem fim, um beijo sem fim, um livro sem fim? Tudo que é belo tem de terminar. Tudo o que é belo tem de morrer. Beleza e morte andam sempre de mãos dadas. Eternidade é o tempo completo, esse tempo do qual a gente diz: "Valeu a pena". Não é preciso evolução, não é preciso transformação: o tempo é completo e a felicidade é total. É claro que isso como diz Guimarães Rosa, só acontece em raros momentos de distração.
Não importa. Se aconteceu, fica eterno. Por oposição ao "nunca mais" do tempo cronológico, esse momento está destinado ao "para todo o sempre". Compreendi, então, que a vida é uma sonata que, para realizar a sua beleza, tem de ser tocada até o fim. Dei-me conta, ao contrário, de que a vida é um álbum de minissonatas. Cada momento de beleza vivido e amado, por efêmero que seja, é uma experiência completa que está destinada à eternidade. Um único momento de beleza e amor justifica a vida inteira.
(*) Escritor, educador e psicanalista
Qual o tempo da eternidade? Como se configura o para sempre? Há o tempo certo para morrer? O belo e o efêmero entram em cena nas questões de conflito com a morte.
Rubem Alves *
Orei, transbordante de felicidade pelo nascimento do seu primeiro neto, convidara todos os poetas, gurus e magos do reino a virem ao palácio, a fim de escreverem num livro de ouro seus bons desejos para a criança. Um sábio de muito longe, desconhecido, escreveu: "Morre o avô, morre o pai, morre o filho..." O rei, enfurecido, mandou prendê-lo no calabouço.
A caminho do calabouço passou pelo rei que o amaldiçoou pelas palavras escritas. O sábio respondeu: "Majestade, qual é a maior tristeza de um avô? Não é, por ventura, ver morrer seu filho e seu neto? Qual é a maior tristeza de um pai? Não é, por ventura, ver morrer o filho? Ah! Quanto não dariam eles para poder trocar de lugar com os filhos e netos mortos. Felicidade é morrer na ordem certa. Morre primeiro o avô, vendo filhos e netos. Morre depois o pai, vendo seus filhos..."
Ouvindo isso, o rei tomou as mãos do sábio nas suas e as beijou.... Há uma morte feliz. É aquela que acontece no tempo certo. Existe grande alegria em terminar a obra que se iniciou: ver a casa pronta, o livro escrito, o jardim florescendo. A vida de um filho é assim: um sonho a ser realizado. Então, vem o impossível meteoro que estilhaça o sonho. Fica a casa não terminada, o livro por escrever, o jardim interrompido. Essa era uma das dores daquele pai que me falava da sua dor pela morte do filho.
Lembrei-me de um livro que Li, faz muito tempo: Lições de Abismo, de Gustavo Corção. Era a história de um homem, cinquenta e poucos anos, que descobre que teria não mais que seis meses de vida, a doença que estava em seu corpo matava rápido. Sem futuro, ele examina o passado, em busca de sinais de que não viveu em vão. O que encontra: cacos e fracassos. Pensa então que a vida deveria ser como uma sonata de Mozart que dura não mais do que vinte minutos. Morre cedo. Depois dela vem o silêncio. Morte feliz. O silêncio se faz porque tudo que havia para ser dito havia sido dito.
Assim sentia aquele pai: seu filho era uma sonata que mal se iniciara. Aí, de repente, eu experimentei satori [termo budista para compreensão]: senti que o tempo é apenas um fio. Nesse fio vão se enredando todas as experiências de beleza e de amor pelas quais passamos. "Aquilo que a memória amou fica eterno."
Um pôr-do-sol, uma carta que se recebe de um amigo, um único olhar de uma pessoa amada, o abraço de um filho. Houve muitos momentos em minha vida, de tanta beleza, que eu disse para mim mesmo: "Valeu a pena eu ter vivido toda a minha vida para viver esse único momento".
Há momentos efêmeros que justificam toda uma vida. Compreendi, de repente, que a dor da sonata interrompida se deve ao fato de que vivemos sob o feitiço do tempo. Achamos que a vida é uma sonata que começa com o nascimento e deve terminar com a velhice. Mas isso está errado. Vivemos no tempo, é bem verdade. Mas é a eternidade que dá sentido à vida.
Eternidade não é o tempo sem fim. Tempo sem fim é insuportável. Já imaginaram uma música sem fim, um beijo sem fim, um livro sem fim? Tudo que é belo tem de terminar. Tudo o que é belo tem de morrer. Beleza e morte andam sempre de mãos dadas. Eternidade é o tempo completo, esse tempo do qual a gente diz: "Valeu a pena". Não é preciso evolução, não é preciso transformação: o tempo é completo e a felicidade é total. É claro que isso como diz Guimarães Rosa, só acontece em raros momentos de distração.
Não importa. Se aconteceu, fica eterno. Por oposição ao "nunca mais" do tempo cronológico, esse momento está destinado ao "para todo o sempre". Compreendi, então, que a vida é uma sonata que, para realizar a sua beleza, tem de ser tocada até o fim. Dei-me conta, ao contrário, de que a vida é um álbum de minissonatas. Cada momento de beleza vivido e amado, por efêmero que seja, é uma experiência completa que está destinada à eternidade. Um único momento de beleza e amor justifica a vida inteira.
(*) Escritor, educador e psicanalista
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Vida

"A vida é uma oportunidade, aproveite-a...
A vida é beleza, admire-a...
A vida é felicidade, deguste-a...
A vida é um sonho, torne-o realidade...
A vida é um desafio, enfrente-o...
A vida é um dever, cumpra-o...
A vida é um jogo, jogue-o...
A vida é preciosa, cuide dela...
A vida é uma riqueza, conserve-a...
A vida é amor, goze-o...
A vida é um mistério, descubra-o...
A vida é promessa, cumpra-a...
A vida é tristeza, supere-a...
A vida é um hino, cante-o...
A vida é uma luta, aceite-a...
A vida é aventura, arrisque-a...
A vida é alegria, mereça-a...
A vida é vida, defenda-a..."
Madre Tereza de Calcutá
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Simples detalhes fazem a diferença...
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